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olha…nao estou com muito pouco saco de escrever. é sábado a noite. mas nao pude deixar de faze-lo frente algumas barbaridades q dissestes. sem delongas, post rock ja existia antes desse disco ser lançado. yo la tengo construiu sua original sonoridade desde os anos 80. e cançoes “bem trabalhadas, quase jazzistas” . t vai encontrar em qqer época tu quer algo mais rico q “shoegazer misturado com power pop”..ah.por favor..tu pode ser tanto power pop como shoegazer pra ter uma sonoridade “rica”....até com hardcore tu consegue fazer algo “rico”..enfim…escreva sobre cinema, filosofia..ou vai ..ih…cansei! parab[ens pelo blog…vou baixar esse dai q tu falou. até pq de início achei q fosse aquela banda argentina, com os valderramas. e entao achei teu texto mesmo sem pé nem cabeça, hehehe..abraço..luis
Illyah Kuryahkin obviamente não é nehuma banda revolucionária. Nem começou movimento nenhum. Não se trata de dizer quem começçou o que, mas avaliar uma tendência. Yo La Tengo, que também não é a inovação em si, mudou bastante depois de Electro-o-pura. Menos guitarra, mais pós-rock. De toda forma, ocorreu algo como um retorno a um “art-rock” sério, na maioria das vezes chatos, com pretensões jazzisticas e orquestrais. Se nos anos 80 ser intelectual era fazer pesquisa étnica, procurar ritmos tribais (Até The Police gravou na África), os anos 90 têm alguma coisa em comum com Mahavishnu orchestra. E Passport.
Vocalistas tentando imitar a voz e o jeito de cantar sem abrir a boca do vocalista do Pear Jam? E algum dia isso deixou de acontecer? Há mais bandas inspiradas em Pearl Jam do que em Beatles – thank God! E mulheres canatndo um jazz com voz rouca, num mix de blues e soul, quase caindo em cima de um piano, meio Free Jazz Festival? Também nunca desapareceram e crescem em progressão..hmm..aritmética (pois há de ser, ao menos, razoável, para tocar e cantar qualquer jazz). E por falar em jazz, li o comentário mais idiota ontem, feito por algum membro do Jota Quest: “o legal é ser igual ao U2 e não igual ao Jamiroquai”. What? E desde quando eles vão cantar ou dançar como o J.Kay? Imitar U2 deve ser mais fácil – na opinião deles, óbvio!
olha…nao estou com muito pouco saco de escrever. é sábado a noite. mas nao pude deixar de faze-lo frente algumas barbaridades q dissestes. sem delongas, post rock ja existia antes desse disco ser lançado. yo la tengo construiu sua original sonoridade desde os anos 80. e cançoes “bem trabalhadas, quase jazzistas” . t vai encontrar em qqer época tu quer algo mais rico q “shoegazer misturado com power pop”..ah.por favor..tu pode ser tanto power pop como shoegazer pra ter uma sonoridade “rica”....até com hardcore tu consegue fazer algo “rico”..enfim…escreva sobre cinema, filosofia..ou vai ..ih…cansei! parab[ens pelo blog…vou baixar esse dai q tu falou. até pq de início achei q fosse aquela banda argentina, com os valderramas. e entao achei teu texto mesmo sem pé nem cabeça, hehehe..abraço..luis
luis
30 Oct 09 at 11:35 pm
Illyah Kuryahkin obviamente não é nehuma banda revolucionária. Nem começou movimento nenhum. Não se trata de dizer quem começçou o que, mas avaliar uma tendência. Yo La Tengo, que também não é a inovação em si, mudou bastante depois de Electro-o-pura. Menos guitarra, mais pós-rock. De toda forma, ocorreu algo como um retorno a um “art-rock” sério, na maioria das vezes chatos, com pretensões jazzisticas e orquestrais. Se nos anos 80 ser intelectual era fazer pesquisa étnica, procurar ritmos tribais (Até The Police gravou na África), os anos 90 têm alguma coisa em comum com Mahavishnu orchestra. E Passport.
Renato Grinbaum
5 Nov 09 at 8:50 pm
Vocalistas tentando imitar a voz e o jeito de cantar sem abrir a boca do vocalista do Pear Jam? E algum dia isso deixou de acontecer? Há mais bandas inspiradas em Pearl Jam do que em Beatles – thank God! E mulheres canatndo um jazz com voz rouca, num mix de blues e soul, quase caindo em cima de um piano, meio Free Jazz Festival? Também nunca desapareceram e crescem em progressão..hmm..aritmética (pois há de ser, ao menos, razoável, para tocar e cantar qualquer jazz). E por falar em jazz, li o comentário mais idiota ontem, feito por algum membro do Jota Quest: “o legal é ser igual ao U2 e não igual ao Jamiroquai”. What? E desde quando eles vão cantar ou dançar como o J.Kay? Imitar U2 deve ser mais fácil – na opinião deles, óbvio!
Cynthia
24 Nov 09 at 10:07 pm
*Pearl Jam: correção na 2ª linha
*cantando: correção na 3ª linha
Isso que dá comentar o texto dos outros e assistir Fringe ao mesmo tempo.
Cynthia
24 Nov 09 at 10:10 pm
O mais duro é ver o monte de bandas achando que é cool ficar imitando Beach Boys, fazendo um popinho de segunda.
Renato Grinbaum
25 Nov 09 at 8:34 pm