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A Grande Feira – Uma Reaçao Ao Vale-Tudo Na Arte Contemporanea
Belo livro de Luciano Trigo, tocando num ponto nevrálgico da arrogância pseudointelectual: a vaidade de parecer novo, de ser intelegente pela dificuldade, ainda que vazia. Pois valor na arte contemporânea, é o choque e a diferença, exclusividade, que aumentam o valor agregado da obra. Não o seu conteúdo. Leitura essencial para leigos que beiram a ignorância, como os autores de O Errático, mas que ainda assim enxergam a arte como o espaço para discutir a realidade além do óbvio. Trazendo para os reles mortais percepções e discussões de outra forma somente acessíveis aos iniciados. Resta saber se a polícia do da arte de vanguarda vai aceitar ou excomungar o infiel, queimando-o numa fogueira em praça pública.
Os críticos: uma visão crítica
Uma entrevista e um texto com a crítica musical brasileira – realizada em 1998 por Rodrigo, Ricardo e Renato
Uma das instituições mais criticadas no Brasil e no mundo é a própria “instituição” que normalmente é responsável por esta tarefa: os críticos. Se considerarmos que a música não é exatamente um quesito muito lógico ou racional, a validade dos críticos musicais passa a ser ainda mais questionada. Por isso, fomos saber o que se passava na cabeça de algum dos críticos musicais de importantes veículos nacionais, através de algumas perguntas genéricas. Eram eles Marcel Plasse, do Estado de São Paulo, Pedro Alexandre Sanches, da Folha de São Paulo e Celso Masson, da Revista Veja. Nossa intenção foi deixá-los à vontade para responderem o que quisessem, sem qualquer interpelação. É interessante também notar como suas respostas envelheceram nestes anos entre a primeira publicação, em 1998, e hoje em dia. Estas foram suas respostas.
Entrevista: Sasha Frere-Jones, da banda UI
Os anos 90 são bem peculiares: mesmo com uma visão pessimista de esgotamento do pop, novos caminhos vão sendo sólida e espontaneamente traçados. A experimentação ocorre em particular na reciclagem de gêneros e principalmente na busca de espaços, texturas e timbres diferentes. Não há tanta mudança na linguagem nem na estrutura, ao contrário, ela está muito mais na sonoridade. Muito resumidamente, estas características formam o que vem sendo chamado de pós-rock, termo ainda vago e mal definido.
Tornozelo de canard com chuchu selvagem e broto de mandioca, acompanhado de risoto de arroz selvagem com orquídeas
Ingredientes
8 onças de tornozelo de canard de Ontário jovem e bem educado
2 onças de chuchu selvagem
1 penca de broto de mandioca bem dura, africana
1 bota de azeite desvirginado, de baixa acidez
3 colheres de açafrão descascado
1 panela de espumante de pelo menos 300 dólares
Farinha de aveia demagnetizada
Zinco a gosto
Folhas de relva para decorar
Sal de bananeira marinha da índia
1 Máquina fotográfica digital de pelo menos 12 megapixels
Email da revista Gula para enviar seus dotes, na coluna do leitor