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	<title>Comments for O Errático</title>
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	<description>Um blog cultural</description>
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		<title>Comment on Ícones da Cultura Brasileira (11) &#8211; O Pobre by Fernando Esselin</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2010/03/ensaio/icones-da-cultura-brasileira-11-o-pobre/comment-page-1/#comment-263</link>
		<dc:creator>Fernando Esselin</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 22:43:25 +0000</pubDate>
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		<description>Revisado


Caro Amaral, gostei da clareza com que você escreveu sua tese sobre o olhar que muitas vezes se tem dos pobres brasileiros. E também da ironia sagas usada no texto. Porém, (ai entra minha contribuição). Apesar de ser de fácil entendimento do uso da imagem do pobre como ícone estigmatizado. O risco é grande de se cair na generalização. O que por natureza intrínseca tende ao fascismo. Como você sabe existem diversas histórias diferentes para explicar pessoas morando nas ruas e ou em condições precárias. Ex-milionários alcoólatras, profissionais liberais que surtaram com a pressão capitalista, agricultores que perderam suas terras, escravidão etc. Enfim... não existe a cultura da miséria, miséria é ausência e não um perfil cultural. O que o Salgado faz é usar seu olhar trágico para mostrar para quem não quer ver a olho nu a verdade explícita do descaso e crueldade de humanos com outros humanos. Uma criança putrefando não é poesia em si, mas pode ser bela para chamar a atenção para o horror de uma guerra. Contraditório - Vendo a beleza da imagem despe-se da necessidade de se ver além dela. Neste caso a beleza da fotografia do Salgado é só um convite para se olhar no espelho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Revisado</p>
<p>Caro Amaral, gostei da clareza com que você escreveu sua tese sobre o olhar que muitas vezes se tem dos pobres brasileiros. E também da ironia sagas usada no texto. Porém, (ai entra minha contribuição). Apesar de ser de fácil entendimento do uso da imagem do pobre como ícone estigmatizado. O risco é grande de se cair na generalização. O que por natureza intrínseca tende ao fascismo. Como você sabe existem diversas histórias diferentes para explicar pessoas morando nas ruas e ou em condições precárias. Ex-milionários alcoólatras, profissionais liberais que surtaram com a pressão capitalista, agricultores que perderam suas terras, escravidão etc. Enfim&#8230; não existe a cultura da miséria, miséria é ausência e não um perfil cultural. O que o Salgado faz é usar seu olhar trágico para mostrar para quem não quer ver a olho nu a verdade explícita do descaso e crueldade de humanos com outros humanos. Uma criança putrefando não é poesia em si, mas pode ser bela para chamar a atenção para o horror de uma guerra. Contraditório &#8211; Vendo a beleza da imagem despe-se da necessidade de se ver além dela. Neste caso a beleza da fotografia do Salgado é só um convite para se olhar no espelho.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Ícones da Cultura Brasileira (11) &#8211; O Pobre by Jo</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2010/03/ensaio/icones-da-cultura-brasileira-11-o-pobre/comment-page-1/#comment-260</link>
		<dc:creator>Jo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 04:57:58 +0000</pubDate>
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		<description>Ri, parabéns por mais um texto muito bem escrito. Já conversamos algumas vezes sobre isso, né? acho que daria pra incluir algo aí nesse texto que os &quot;favela movies&quot;, que vão na mesma direção: a pobreza é algp bonito e digno de arte e não algo sofrido e que merece cuidado de verdade. beijos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ri, parabéns por mais um texto muito bem escrito. Já conversamos algumas vezes sobre isso, né? acho que daria pra incluir algo aí nesse texto que os &#8220;favela movies&#8221;, que vão na mesma direção: a pobreza é algp bonito e digno de arte e não algo sofrido e que merece cuidado de verdade. beijos!</p>
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		<title>Comment on Música é arte ou divertimento? by Renato Grinbaum</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2008/10/memoria/musica-e-arte-ou-divertimento/comment-page-1/#comment-239</link>
		<dc:creator>Renato Grinbaum</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 14:42:04 +0000</pubDate>
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		<description>A arte é um reflexo de quem a produz e quem a consome. O pagode universitário é filho da caridade intelecualmente correta. (www.stuffwhitepeoplelike.com), emocore tem suas razões emotivas e a música brega do ambiente cultural que a gerou. Não considero lixo. Não ouço, não suporto, mas são um bom retrato da sociedade que vivemos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A arte é um reflexo de quem a produz e quem a consome. O pagode universitário é filho da caridade intelecualmente correta. (www.stuffwhitepeoplelike.com), emocore tem suas razões emotivas e a música brega do ambiente cultural que a gerou. Não considero lixo. Não ouço, não suporto, mas são um bom retrato da sociedade que vivemos.</p>
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		<title>Comment on Música é arte ou divertimento? by rivasrevoluta</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2008/10/memoria/musica-e-arte-ou-divertimento/comment-page-1/#comment-232</link>
		<dc:creator>rivasrevoluta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 00:36:58 +0000</pubDate>
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		<description>Muito bom argumento, bem escrito e explicado. Mas fica a pergunta: as músicas escutadas hoje, o tido como pop - qual seja: sertanejo universitário; pagode universitário; emocore, etc - é produto do intelecto frágil e sem senso crítico da população que as ouve? ou a população é reflexo dessas músicas alienantes?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bom argumento, bem escrito e explicado. Mas fica a pergunta: as músicas escutadas hoje, o tido como pop &#8211; qual seja: sertanejo universitário; pagode universitário; emocore, etc &#8211; é produto do intelecto frágil e sem senso crítico da população que as ouve? ou a população é reflexo dessas músicas alienantes?</p>
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	<item>
		<title>Comment on Clube da luta ou Sociedade de carneirinhos mortos? by Ana Caroline</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2009/08/memoria/clube-da-luta-ou-sociedade-de-carneirinhos-mortos/comment-page-1/#comment-222</link>
		<dc:creator>Ana Caroline</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 23:36:05 +0000</pubDate>
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		<description>Uau. Gostaria de ter alguma coisa inteligente para dizer, mas vou ficar com meu simplório, mas de bom grato &#039;Uau&#039;. Texto incrível. E engraçado essa última frase sua, lembrou-me algo que eu disse em uma redação de vestibular. Afirmei que a sociedade atual - e com certeza, estou me incluindo - não está pronta para mudar, para &quot;evoluir&quot;. Na minha opinião, ela se tornou tão massificada, que pensar por sí mesma se tornou algo altamente incapaz. O que dirá ter a , por assim dizer, capacidade de fazer uma revolução. Seja de âmbito social, cultura, político. Ela pode até não aceitar, mas dificilmente fará algo contra o que lhe outrora fora-lhe imposto e hoje, já faz parte do indivíduo que ela é. Existem exceções e sei que elas estão por ai fazendo a diferença, mas até a sociedade tornar-se capaz de fazer algo por sí mesma, acredito eu, vai demorar um bom tempo.
Uff, desculpe ter falado tanto! De qualquer forma, adorei o texto, beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uau. Gostaria de ter alguma coisa inteligente para dizer, mas vou ficar com meu simplório, mas de bom grato &#8216;Uau&#8217;. Texto incrível. E engraçado essa última frase sua, lembrou-me algo que eu disse em uma redação de vestibular. Afirmei que a sociedade atual &#8211; e com certeza, estou me incluindo &#8211; não está pronta para mudar, para &#8220;evoluir&#8221;. Na minha opinião, ela se tornou tão massificada, que pensar por sí mesma se tornou algo altamente incapaz. O que dirá ter a , por assim dizer, capacidade de fazer uma revolução. Seja de âmbito social, cultura, político. Ela pode até não aceitar, mas dificilmente fará algo contra o que lhe outrora fora-lhe imposto e hoje, já faz parte do indivíduo que ela é. Existem exceções e sei que elas estão por ai fazendo a diferença, mas até a sociedade tornar-se capaz de fazer algo por sí mesma, acredito eu, vai demorar um bom tempo.<br />
Uff, desculpe ter falado tanto! De qualquer forma, adorei o texto, beijos.</p>
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		<title>Comment on Denisson (1) by Renato Grinbaum</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2009/12/gente/denisson-1/comment-page-1/#comment-212</link>
		<dc:creator>Renato Grinbaum</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 12:41:54 +0000</pubDate>
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		<description>Leve, sim. Mas Ele também está no odor do banheiro dos aviões e no pneu furado no meio da chuva. Mas ele gosta mesmo é de estar no meio das criancinhas no momento que vem a sua doeção de 1%. Devia ser até mais, mas nisto Ele não pode se meter.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Leve, sim. Mas Ele também está no odor do banheiro dos aviões e no pneu furado no meio da chuva. Mas ele gosta mesmo é de estar no meio das criancinhas no momento que vem a sua doeção de 1%. Devia ser até mais, mas nisto Ele não pode se meter.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Denisson (1) by Cynthia</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2009/12/gente/denisson-1/comment-page-1/#comment-211</link>
		<dc:creator>Cynthia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 12:37:32 +0000</pubDate>
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		<description>Pegou leve. Começo a achar que anda acreditando em Deus e que até pediu algum presente de Natal a &quot;Ele&quot;, do tipo: &quot;Deus, por favor, faça com que eu seja o ganhador da Megasena acumulada de fim-de-ano. E se eu for, prometo que dividirei o prêmio com a Cynthia e darei 1% do valor às criancinhas pobres&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pegou leve. Começo a achar que anda acreditando em Deus e que até pediu algum presente de Natal a &#8220;Ele&#8221;, do tipo: &#8220;Deus, por favor, faça com que eu seja o ganhador da Megasena acumulada de fim-de-ano. E se eu for, prometo que dividirei o prêmio com a Cynthia e darei 1% do valor às criancinhas pobres&#8221;.</p>
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		<title>Comment on Ícones da cultura brasileira (9) &#8211; Paulo Coelho by Denis</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2009/12/lista/icones-da-cultura-brasileira-9-paulo-coelho/comment-page-1/#comment-201</link>
		<dc:creator>Denis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 12:41:44 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que já tentou sim formar uma igreja, junto com o Raulzito.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que já tentou sim formar uma igreja, junto com o Raulzito.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Coco antes de Chanel by Renato Grinbaum</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2009/12/resenha/coco-antes-de-chanel/comment-page-1/#comment-198</link>
		<dc:creator>Renato Grinbaum</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 22:00:26 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Arte moderna&quot;, &quot;quebra de paradigmas&quot;, &quot;revolução imagética&quot;  e todo o demais perderam muito sentido. Hoje são apenas a grife para introduzir um artista no mercado. Por consequência, mantendo-o no mesmo meio que aparentemente questiona.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Arte moderna&#8221;, &#8220;quebra de paradigmas&#8221;, &#8220;revolução imagética&#8221;  e todo o demais perderam muito sentido. Hoje são apenas a grife para introduzir um artista no mercado. Por consequência, mantendo-o no mesmo meio que aparentemente questiona.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Coco antes de Chanel by André</title>
		<link>http://www.oerratico.com/2009/12/resenha/coco-antes-de-chanel/comment-page-1/#comment-197</link>
		<dc:creator>André</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 18:11:50 +0000</pubDate>
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		<description>Brincadeiras à parte, tive a sorte de trabalhar no espetáculo Mademoiselle Chanel, com Marília Pêra. Ficamos quase quatro anos em cartaz. Pude me aprofundar um pouco na vida dessa mulher tão contraditória, e ao mesmo tempo tão revolucionária. 
Quanto a sua pergunta, tenho certa dificuldade em respondê-la. Afinal, vivemos num mundo cercado de imagens o tempo todo. Estamos vivendo a era vídeo clip, milhões de imagens por segundo. Há um esvaziamento do conteúdo. O louco é que mesmo com essa enxurrada de imagens, ainda somos capazes de ficar paralisados diante de um belo quadro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Brincadeiras à parte, tive a sorte de trabalhar no espetáculo Mademoiselle Chanel, com Marília Pêra. Ficamos quase quatro anos em cartaz. Pude me aprofundar um pouco na vida dessa mulher tão contraditória, e ao mesmo tempo tão revolucionária. <br />
Quanto a sua pergunta, tenho certa dificuldade em respondê-la. Afinal, vivemos num mundo cercado de imagens o tempo todo. Estamos vivendo a era vídeo clip, milhões de imagens por segundo. Há um esvaziamento do conteúdo. O louco é que mesmo com essa enxurrada de imagens, ainda somos capazes de ficar paralisados diante de um belo quadro.</p>
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